
CBLC Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia,
responsável pela administração e operacionalização dos sistemas do Tesouro Direto.
Conta de Custódia conta individualizada em
nome do Investidor na CBLC, sob responsabilidade de um Agente de Custódia, onde se
encontram registrados os Títulos adquiridos pelos Investidores no Tesouro Direto.
Cashflow-at-risk (CfaR) relativo
Cashflow-at-risk (CfaR) relativo - Trata-se de um indicador da magnitude dos
desvios no valor dos vencimentos esperados da dívida, decorrentes de choques
estocásticos sobre juros, câmbio e inflação, associado a um determinado nível de
significância estatística de realização desses choques. Esse exercício consiste
em simular, para cada hipótese de composição de vencimentos da DPF, a
distribuição de probabilidades desses vencimentos ao final de cada mês do ano em
análise, com base em cenários estocásticos para juros, câmbio e inflação.
CETIP S.A.
CETIP S.A. - Balcão Organizado de Ativos e Derivativos – Empresa sem fins
lucrativos criada pela ANDIMA em março de 1986 para dar mais segurança e
agilidade às operações com títulos privados. Posteriormente, passou a garantir,
custodiar e liquidar operações envolvendo também títulos públicos, incluindo
títulos estaduais e municipais que ficaram fora das regras de financiamento da
dívida estadual.
Clube de Paris
O Clube de Paris é uma instituição informal - sem existência
jurídica reconhecida – e reúne um grupo de países credores, em geral da OCDE,
com o propósito de renegociar a dívida governamental de países em dificuldades
financeiras. Para ter seu débito externo renegociado junto ao Clube de Paris, o
país deveria aderir à condição essencial de adoção de um programa de
estabilização aprovado pelo Fundo Monetário Internacional - FMI.
Código ISIN
Sigla em inglês de International Securities Identification
Number. Estabelece uma padronização internacional na codificação de títulos
financeiros, atribuindo a cada ativo um código único de identificação. No
Brasil, a BOVESPA é a agência numeradora.
Cost-at-Risk (CaR) relativo
Indicador utilizado para mensurar a diminuição do
risco de mercado decorrente da melhora observada na composição da DPF. O CaR
relativo é um indicador da volatilidade do valor do estoque da DPF, que procura
capturar o quanto o estoque da dívida pode exceder seu valor esperado em
determinado exercício, com determinado nível de significância estatística,
devido a flutuações nas variáveis econômicas que determinam o custo dessa
dívida. Esse exercício consiste em simular, para cada hipótese de composição da
DPF, a distribuição de probabilidades do valor do estoque dessa dívida ao final
do ano em análise, com base em cenários estocásticos para juros, câmbio e
inflação.
Colchão de Liquidez
O Colchão de Liquidez destina-se ao gerenciamento da
Dívida Pública Federal – DPF. Parte integrante da Conta Única do Tesouro
Nacional, pode ser definido como o saldo agregado das fontes orçamentárias e
financeiras, cujos recursos são destinados exclusivamente para o pagamento da
DPF.
Credores Privados
Detentores da Dívida Pública Federal.
Credores Externos
Pessoa física ou instituição estrangeira em relação ao qual
o Governo Brasileiro possui algum tipo de débito.
CVS
Títulos emitidos pelo Tesouro Nacional no âmbito da securitização das
dívidas advindas do Fundo de Compensação de Variações Salariais – FCVS,
remanescentes da liquidação de contratos de financiamento habitacional. Para
maiores informações acesse http://www.tesouro.fazenda.gov.br/divida_publica/downloads/FCVS_historico.pdf
Cupom de juros
Taxa de juros que o papel paga ao investidor, periodicamente.
Usualmente são pagamentos anuais ou semestrais.
Curva Zero
É a curva de juros ou estrutura a termo da taxa de juros para
fatores de cupom zero, ou seja, curva de juros para estrutura de títulos sem
pagamento de cupom entre as datas referenciais.
Custo Médio de Emissão
Custo médio incorrido pelo Tesouro Nacional na
realização de novas emissões de títulos públicos. Conta de Custódia
Custo Médio do Estoque – Custo médio do estoque da Dívida Pública Federal.
Busca refletir a Taxa Interna de Retorno - TIR dos títulos (segundo os seus
juros e deságios) e as variações de seus indexadores, demonstrando assim o
custo de carregamento da dívida
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